
O Drácula, o monstro Frankenstein e o Maníaco da Serra Elétrica estão de mudança para Belo Horizonte. Eles vão morar juntos no Casarão do Terror, a atração que será inaugurada no próximo sábado (24) no Parque Guanabara,
na Pampulha. Três batidas na porta são a senha para entrar na macabra
aventura, que começa com as boas-vindas na voz rouca e medonha do Mestre
das Trevas. Sete atores aterrorizarão os visitantes durante o percurso
pelos sete cenários da casa.
“Usamos humanos
com maquiagem de filmes de terror para aguçar a imaginação e causar
ainda mais medo”, diz Dione Novaes, coordenador da Indiana Mystery,
empresa argentina especializada na construção desse tipo de brinquedo.
Segundo ele, o casarão belo-horizontino será o mais moderno e
aterrorizante do país, superando o Katakumb do Hopi Hari, em Vinhedo
(SP), e o Portal da Escuridão do Beto Carrero World, em Penha (SC), duas
atrações que foram montadas pela própria Indiana. Os corajosos que
aceitarem o convite para visitar o assombroso lugar vão deparar com
cães-zumbis, gárgulas e muitos caixões pelo caminho, sempre ao som de
uma trilha de arrepiar. Crianças com menos de 10 anos só poderão entrar
acompanhadas por responsáveis.
A instalação do brinquedo demorou seis meses para ser concluída e custou 750.000 reais.
“Faz doze anos que venho tentando montar o Casarão do Terror no
Guanabara”, conta o diretor do parque de diversões, Reynaldo Dias.
“Nosso objetivo é trazer de volta o público adulto.” A expectativa é que
750 pessoas por dia, o equivalente a 30% do movimento do parque,
visitem a nova atração. Em número de frequentadores, ela só deve perder
para a roda-gigante com raio de 36 metros que foi instalada por lá há
dois anos, ao custo de 3,5 milhões de reais. A segunda maior do Brasil —
atrás apenas da que está no Hopi Hari, e com 50 metros —, a
roda-gigante do Guanabara permite uma vista privilegiada do conjunto
arquitetônico da Pampulha. Dois brinquedos para quem tem estômago
resistente.
Lembrando que cenários e temáticas foram compradas do antigo Playcenter, onde a atração tinha o nome de Castelo dos Horrores.
Fonte: Veja BH e CBMR
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